sexta-feira, 20 de maio de 2011

desabafinho.

O amor nao se acaba , se perde ''  até que ponto isso é verdadeiro ?
Maldito aquele que um dia sofreu por amor ...é valido sofrer quando vale a pena nao é ?
E quando voce dedica um enorme momento da sua vida a uma pessoa e simplesmente quando abre os olhos foi tudo uma mera ilusão.
Eu sempre estava certa nos meus conceitos , mais por burrice resolvi me cegar e dar creditos a esse ''maldito sentimento '' . Parando p pensar, analisar ..creio eu que fui o ser humano mais idiota do mundo !
 Eu me entreiguei , dei meu maximo , deixei de lado coisas , pessoas , valorizei a cada minuto junto e aceitei situaçoes absurdas somente p poder ficar junto e no final ...oq eu ganhei ? um belo de um se afaste de mim !
 ate que ponto o ser humando pode ser tao egiosta assim ? juro que nao consigo entender ! Oq importa é que no final eu me fudi ! , e perdi oq mais tinha de valor em mim . ..Se eu me arrependo ? Acho que nao , pois tudo serve de lição nao é ?!  Alias na verdade eu sempre soube que nao existia amor ,e mesmo assim eu persisti somente pelo fato de amar sozinha ..Tenho mil e um motivos que mostram que nao existia amor de ambos ..pq sera que no fim do relacionamento sempre discubrimos que foi tudo uma farsa? isso nao eh nada relativo nao ! Eu to esgotda , destruida , mais nao pelo fim e sim pela pouca compreensao ..pela falta de consideraçao com sentimento alheio ! Eu soh queria nao ter regredido tanto tempo ¬¬

  Me entristece o amor ser usado assim ...lei da troca e oferta  ( sempre foi )

bom eh isso ..fico por aqui , acredito eu que seja o ultimo post !

terça-feira, 17 de maio de 2011

Por aí .......

Precisando de um tempo sozinha ...rever meus conceitos ...mais saiba que em nenhum momento irei de parar de pensar na gente ...vc eh a razao de eu estar aqui soh preciso recuperar isso outra vez !


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Será que idealizo muito o meu parceiro? Até em que ponto isso pode ser saudável?

Mas até que ponto essa idealização pode ser positiva?

Em qualquer começo de relacionamento as pessoas acabam por se envolver de forma a criar expectativas e desejos sobre como o outro possa ser. Ou seja, cria-se uma expectativa em que a idealização do outro sem defeitos ou problemas é sempre comum.

Esse processo está diretamente relacionado ao mundo de elaboração pessoal. Traduzindo: as fantasias e anseios que cada um estabelece em relação àquilo que se espera da pessoa amada, ou seja, “como desejo que essa pessoa seja no cotidiano, no relacionamento, nas demonstrações de afeto, carinho, paixão... enfim, o perfil que se cria na expectativa de que a outra pessoa preencha ou atenda a todas as necessidades e idealizações.

Movidos pela paixão, impulsos e desejo, a pessoa amada é vista como perfeita e maravilhosa sem que os defeitos ou diferenças sejam percebidos e considerados. Durante um período inicial isso é comum e até importante para um maior envolvimento e aprofundamento dos laços, porém não se pode ou não é ideal que se perpetue no relacionamento, pois senão pode-se criar um abismo entre o que se deseja e idealiza, e o que efetivamente se vive.

Acontecem problemas ou conflitos quando a mulher acaba ignorando sinais ou características importantes manifestadas pelo parceiro e passa por cima deles em favor de manter a figura idealizada e que pode não ser nada do que o namorado ou mesmo marido efetivamente seja.

Se acontecer da idealização ficar mais forte do que a realidade, corre-se o risco de viver um relacionamento ilusório e irreal, e que certamente não durará. Em algum momento a mulher perceberá ou não terá suas expectativas ou desejos preenchidos, provocando grande decepção e frustração.

Por outro lado manter a idealização pode ser também de extrema importância para que os dois possam estabelecer ou manter um canal de comunicação destinado às mudanças, que são fundamentais em qualquer relacionamento. Pode-se não atingir plenamente a condição idealizada ou perfil tão sonhado, mas chegar muito próximo traz muita motivação e satisfação para o casal.

Pensar em um bom relacionamento envolve disposição e motivação para mudanças, sempre, e, sem dúvida, a idealização é uma elaboração pessoal importante para um primeiro passo. Quando se compartilha essas idealizações no relacionamento, cria-se a abertura para a inovação e a surpresa e por consequência ambos nutrem-se de desejo e motivação.

A idealização é sempre importante num processo de desejo, operacionalização e prazer, mas não podemos ficar fixados apenas em nossas fantasias, mas sim viabilizá-las considerando todo o contexto de realidade e possibilidades. Nesse sentido sempre se enriquece o repertório em tudo que possa ser vivido no relacionamento, inclusive estimulando a criatividade para a interação na vida a dois.







Homens e mulheres se complementam para garantir a continuidade da humanidade na face da terra. Tal continuidade só se faz possível, ainda, mediante a contribuição de cada um dos gêneros humanos. Hoje, cada parcela contributiva só é, ainda, possível através do contato sexual ou da intervenção científica de inseminarão artificial.
Averiguando-se esse processo como de fato ocorre, não se compreende que qualquer tipo de afetividade lhe seja inerente.
Uma família se forma por laços familiares, quer sejam ou não consangüíneos. No processo de constituição familiar, apenas culturalmente se pressupõe a afetividade. Em algumas culturas o casamento é arranjado, de forma que, em muitos casos, o casal só se conhecerá no dia do casamento, na festa, ou na noite de núpcias. Em outras, como a exemplo da nossa, os indivíduos podem optar pela pessoa com que irá contrair núpcias, o que pode ou não envolver afetividade. Porém, tanto em um caso como no outro, as famílias geralmente se formam, o que prova que também a formação familiar não pressupõe a afetividade nem mesmo para a sua continuidade. O ideal seria que houvessem laços de afetividade para sua formação e continuidade, porém isso nem sempre se observa na prática. A formação familiar se dá, principalmente, pela chegada de membros nem sempre desejáveis, e pela adaptação de uns aos outros dentro deste conjunto. Há uma tendência atual de se compreender como família um grupo de pessoas (a partir de uma dupla) que estabelecem como pré-requisito para sua formação e continuidade o afeto.
Namoros, noivados e relações conjugais hetero ou homo afetivas, nas culturas em que são admitidos a partir da escolha dos indivíduos, pressupõem, quando da espontaneidade, a afetividade entre os envolvidos. Mas, também nessa situação, o afeto não lhes é inerente.
Apenas nas relações de amizade, e não confundir amizade com relações oportunas, se pressupõe o afeto. Sem afetividade a amizade não se inicia, não se estabelece, nem progride. Toda e qualquer outra forma de relação está sempre diante de muitas ameaças e de pouca tolerância, a amizade não. Amigos parecem possuir um dom maior para aceitar o outro como é, para se tornar cúmplice e perdoar.
Pais, irmãos, namorados, esposos e toda natureza de aparentados, vizinhos, colegas de trabalho e etc., que também são amigos, passam mais tempo juntos. Porque gostam da companhia do outro, porque fazem bem ao um ao outro, porque se permitem conhecer por inteiro, e se permitem ser por inteiro. Investe-se, se buscam, se procuram, se sabem e se complementam. Assim são os amigos, e qualquer natureza de relacionamento que se forma sobre esses alicerces torna-se um relacionamento para toda a vida, com obstáculo também, claro, mas, acima de tudo, com superações e aprendizado.
A afetividade não é inerente à coisa alguma, depende de nossa vontade e do nosso desprendimento. Só encontra a afetividade quem a constrói, quem a distribui. É preciso haver a decisão de amar, e a vontade de construir e aprender essa arte no dia-a-dia. Mas, querer amar não é querer ser amado pelos outros. Querer amar é querer amar a partir de si mesmo, é querer dar de si próprio. O relacionamento com sigo mesmo deve ser afetivo, amoroso. E essa amorosidade - como diria a amável Cláudia Pierre - que se inicia em nosso interior, deve ser transmitida, passada, distribuída entre as pessoas de nossos relacionamentos. Iniciar tal processo não é, de maneira alguma, difícil ou impossível. Basta olhar dentro de si e encontrar um ser vivo carente de amor, basta olhar no outro e ver a mesma coisa. E quem se ama, já é amado o suficiente. De forma que pode amar a todos e sempre, sem se preocupar com o retorno dessa decisão e atitude. Porém, tal retorno é absolutamente inevitável. Assim, se conclui que, não importa a natureza de relação na qual se deseja investir, se a decisão for de se estabelecer os laços amigos da afetividade, ela sempre será bonita, feliz, forte e duradoura.


Viver sem perder tempo...

A vida é feita de tempo... Tempo que se usa bem ou mal. Tempo que se utiliza ou se desperdiça. Perde-se muito tempo de vida buscando para ela algum sentido quando o próprio sentido da vida está em se aproveitar bem o seu tempo. Ter tempo para ser, sentir, fazer parte, contemplar e estar no presente é viver. A morte chega; é um fato. Porém, para aquele que vive, a vida não passa.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no que você conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.

Sentada eu, na pedra fria, estava só. Sem vento, sem estrela, sem lua, somente com o breu da noite. Pessoas passavam por mim, me olhavam, acredito que não viam nada, já que meu rosto expressava o mais puro vazio.
Vazio de sentimentos, de cor, de qualquer coisa. Vazio. Estava imóvel; pernas cruzadas, enrijecidas pelo frio; tronco curvo; cabelos antes sempre esvoaçantes com o vento, parados, caídos sobre meus ombros e minha face; apenas mãos que brincavam uma com a outra e meus olhos que rondavam a minha volta - em movimentos de segurança - se moviam.
Esperava alguém vir, eu sabia que quem eu queria não poderia chegar até mim. Mas ainda sim, o procurava em meio às árvores e bancos da praça a minha frente, a qual olhava fixamente. É incrível, como as razões do coração são tão diferentes da razão.



Voltarei a ver a luz

Já sentiu o seu próprio cheiro?
Não sinto meu cheiro, ele tem cheiro de nada
E agora, por algum motivo sinto o teu cheiro entranhado em minha pele
O gosto do teu beijo está na minha boca, como um veneno doce
Aquele último abraço ainda me aquece
Ah, teus braços quentes e maldosos
Não tive coragem de olhar para trás em nossa despedida
Precisava ir sem demora, já era tarde, não podia mais ficar
Seus olhos me fizeram sentir culpada por ir
Eu voltarei, tenha certeza
Não aguentarei muito tempo sem a tua paixão

Agora me vejo só, rumo a um lugar desconhecido
Vou rumo à escuridão
e o que me resta é a noite
Degustar o sabor amargo da solidão
Perder-me entre os dedos sujos do breu
Ver o último raio de luz e esperança nos olhos daquelas pobres crianças
Sentir o último calafrio e fechar os olhos
Pensando na noite que da escuridão se fará luz
Que a dor e a angústia se farão prazer
Pensando na noite que voltarei para lhe amar

terça-feira, 22 de março de 2011

desabafinho.

A pergunta é: Por que sofremos tanto por amor? Ou melhor: Por que sofremos tanto quando um amor acaba?

Vai ver que é por conta do sentimento de impotência de não ter durado uma eternidade. Ou talvez por não realizarmos tudo aquilo que projetamos para aquele relacionamento. Porque não tivemos 5 filhos e não construímos a casinha com um jardim lindo e florido, de cerquinha branca e um labrador na porta. Por não fazer aquela viagem dos sonhos, por não comprar aquele CD romântico e escutá-lo bebendo um bom vinho. Pelos beijos que não foram dados no momento certo, pelas carícias que não arrepiaram o corpo, pela transa que não aconteceu. Por conta do cansaço após um dia de trabalho estressante, pela falta de tempo de dar atenção ao outro devido a este mesmo trabalho idiota. Pela falta de romantismo. Pelo excesso de palavras ditas no momento errado. Pelo silêncio das palavras que não foram ditas no momento certo. Pela insegurança. Pela falta de iniciativa. Pelo medo de se entregar totalmente pro outro e achar que ele vai pisar em cima de você. Pela inconstância. Por conta das verdades. Por conta das mentiras. Porque você não foi forte o suficiente para enfrentar aquele problema...
Tudo isso nos faz sofrer? Sim, e muito. Esse masoquismo que fazemos conosco de chorar pelo que foi (ou não foi) vivido é cruel.



“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional."


Noite meio pertubadora hoje ,digamos que passei em claro ...
é tudo meio confuso , nao sei oq fazer , como me portar , a quem recorrer 
pode ser loucuraa da minha parte , poxa eu sou ser humano e sinto necessidades
Não existe entrega de ambas as partes , estou dando o maximo de mim ...
Ta sendo dificil nao ser correspondida! ate quando mais irei aguentar?
Cansei de somente eu lhe procurar ..
lhe tocar ..
procurar seus beijos ...
me sinto uma invalidade e dependente!
nao sei como fazer p isso mudar..ou sei e tenho medo !
é tao dificil assim manter um relacionamento ?! 
carinho , atençao , DIALOGO , 
a pior coisa do mundo é vc ter quem vc ama do lado e nao ter a capacidade de manter ..
sinto sua falta ., falta da ''essencia'' que tinhamos ..
dos simples gestos ...um aloo p dizer o quanto sou especial na sua vida...
um simples cartaoo , gestos de carinho ..era tudo tao perfeitooo ! 
hj tenho minhas duvidas...sera que ainda existe amor ?
hj só me resta ausencia .....

quinta-feira, 17 de março de 2011




Alguem se habilita ? rs

10 regras que fazem a relação dar certo

1. Comunicação: o ingrediente principal
Ainda que você já tenha ouvido isso mais de mil vezes, não deixa de ser certo. É impossível que um casal funcione ou que as duas pessoas estejam felizes com a relação se não existe uma boa comunicação entre eles.

Mas, comunicar-se não tem a ver com falar muito e, sim, com poder expressar para o parceiro os sentimentos, inquietudes, projetos... e obter um "feedback" da parte dele. Se existe uma boa comunicação é fácil resolver os problemas que vão surgindo.

2. Escutar: o outro lado da moeda
É tão importante como ser capaz de falar e se comunicar. Se você fala sem parar e quando ele quer te contar algo (ainda que seja algo relacionado ao futebol) você logo muda de assunto, você está falhando em um ponto muito importante. E não se trata de ficar quieta e ouvir tudo o que ele diz, mas sim de escutá-lo e tentar entendê-lo.

Seu parceiro deve saber que pode lhe contar qualquer coisa, pois você irá prestar toda atenção. Saber escutá-lo ajudará com que ele se comunique melhor, a criar laços especiais de cumplicidade entre vocês e saber o que quer, necessita e preocupa o outro.

3. Ser compreensiva: ponha-se no lugar dele
Antes de julgar uma situação, por mais grave ou absurda que ela lhe pareça, tente se colocar no lugar da outra pessoa. Tente averiguar o que ele sente, como pensa, por que tem se comportado assim.

Ninguém nunca tem razão absoluta e sempre há muitas versões para a mesma história. Seu parceiro não pode e não deve se comportar igual a você, irritar-se com tudo o que ele faz sem tentar entender ou tentar mudá-lo é um erro.

Ainda que vocês tenham certa afinidade, não precisam pensar igual em tudo. Entender isso os ajudará a serem muito mais compreensivos um com o outro, mais tolerantes e justos.

4. Tolerância: liberdade bem entendida
Você deve ser tolerante com seu parceiro sempre que a atitude ou o comportamento dele forem honestos ou quando não te causarem danos físicos ou emocionais.

Este é um dos pontos mais difíceis de atingir já que, normalmente, mesmo que a liberdade seja algo desejado é muito difícil dar essa liberdade ao nosso parceiro.

Cada membro do casal tem direito a ter seus momentos de independência e intimidade, de desenvolver seus projetos, gostos ou fantasias sem se sentir limitado pelo outro.

Mesmo que pareça o contrário, controlar seu parceiro, querer estar sempre com ele ou proibi-lo de fazer certas coisas simplesmente por insegurança é o que mais pode afastá-lo de você.

Um casal não pressupõe um contrato de escravidão e, sim, de colaboração. A postura mais generosa e benéfica para o relacionamento é apoiar o parceiro de uma maneira construtiva em seu desenvolvimento individual.

5. Desenvolvimento pessoal, não funcional
É muito importante entender que embora vocês sejam um casal, vocês continuam sendo pessoas independentes, com personalidades e vidas próprias.

Vocês devem amadurecer e se desenvolver de forma individual para que exista um equilíbrio entre o casal. Ninguém deve viver à sombra do outro ou ser totalmente dependente dele.

Claro que o desenvolvimento e amadurecimento dele deve ser paralelo ao seu. Para conseguir isso, é fundamental que vocês tenham alguns objetivos comuns na vida: casa, trabalho, filhos, viagens, vida em casal, etc.

Além disso, é importante que você sinta que existe entre vocês um tipo de união que vai além do material. Uma conexão espiritual, uma forma comum de sentir a vida e o relacionamento.

No começo, o encantamento e a paixão proporcionam essa união especial, depois parece que algo está faltando.

Agindo dessa forma, você não permitirá que haja um desequilíbrio entre os interesses individuais e comuns de vocês.

6. Ter vida social
No início, é normal que vocês só tenham vontade de ficar juntos e sozinhos, porém, é fundamental que vocês tenham vida social. Não só de forma individual, mas também como casal.

Isto significa que vocês devem ter amizades comuns com as quais podem fazer planos. A mesma coisa pode se estender à família. Sair juntos e se divertir fará com que vocês se sintam bem e dará uma pitada de emoção a vida de vocês.

É importante que ambos possam continuar desfrutando sozinhos dos próprios amigos, mas, claro, de uma forma honesta e sadia. Para isso, é fundamental ter confiança no parceiro, o próximo ponto da lista.

7. Confiança: evite o desentendimento
Um relacionamento sem confiança mútua não leva à parte alguma. Não é necessário confiança cega, mas, racional. Se não há motivos reais ou comprovados para desconfiar, infernizar a vida do parceiro com medos ou inseguranças fará com que ele se afaste.

A falta de confiança empobrece as relações e torna a convivência difícil. Aquele que é objeto de suspeita ou acusação costuma se "desapaixonar" porque a atitude da(o) parceira(o) o impede de desfrutar das coisas mais simples.

Para não criar situações incômodas, ele acaba renunciando muitas coisas. Mas, a pessoa que desconfia também sofre muito e pode passar facilmente do amor à obsessão. A solução para este problema passa pela comunicação.

8. Afeto: depois da paixão
As carências afetivas costumam terminar com muitos casais. O afeto é a demonstração do amor, fundamental uma vez que o encantamento e a paixão começam a decair.

É muito importante ter sempre uma atitude carinhosa com o parceiro e fazer demonstrações de carinho para que passem muito tempo juntos. Não se sentir querida é uma das principais queixas das mulheres.

O carinho é algo que deve ser cuidado a cada dia, já que é o que mais facilmente se perde com o tempo e com a rotina.

Você conhece tanto seu parceiro que acha que ele não precisa de mimos e carícias. Se não recebemos carinho devemos fazer com que ele saiba, para ver se é uma questão de descuido ou se existe uma causa mais profunda.

9. Sexo: o tempero da relação
Fazer com que o sexo funcione é um grande ponto a favor para que um relacionamento dure, entretanto, ele não deve ser o principal. Se vocês só estão juntos para poderem praticar o sexo será difícil fazer com que a relação de vocês chegue a algo mais.

É importante que ambos desfrutem das relações sexuais e tomem a iniciativa na hora da transa. O sexo, assim como o carinho, também precisa de cuidado. Vocês não podem se acomodar com o tempo.

O cansaço, o estresse, os filhos e as preocupações fazem estragos na vida sexual de muitos casais. Quando o desejo está inibido é preciso buscá-lo e propiciá-lo. Manter uma vida sexual ativa é um trabalho e uma preocupação dos dois.

10. Amor: saber dar e receber
Amar também se aprende. De fato, é uma atitude madura e pode ser muito consciente. Em quase todos os casais costuma haver um que desempenha o papel de amante e outro o de amado.

É muito cômodo deixar que alguém te deseje, mas nem sempre é a postura que a faz mais feliz no relacionamento.

Tão importante quanto ouvir o parceiro dizer que a deseja, é poder dizer a mesma coisa a ele. Existem pessoas que têm uma enorme capacidade de amar e de se entregar, já para outras, isso custa tanto que chegam a fracassar em seus relacionamentos, mesmo desejando a outra pessoa.
Preguiçaa intensa de postar akeee !

Semanaa complicada , precisando de uns dias de ferias eu axo !? rs
Duvidaa crueell do que fazer fds .. algo agitado talvez ?
Meioo p/ baixooo , precisando de coloo talvezz ! hahaha
Ta fod' s !

obs: eu não queria que as coisas chegassem a esse ponto ! ( fugindo de problemas )

segunda-feira, 14 de março de 2011

Não é a intensidade dos sentimentos elevados que faz os homens superiores, mas a sua duração"
“UMA MENTE INQUIETA”
Uma Mente Inquieta é um testemunho pessoal de Kay Redfield Jamison, autoridade
internacional na doença Maníaco-Depressiva – hoje, mais conhecida como
Transtorno Afetivo Bipolar, Transtorno Bipolar do Humor ou, simplesmente,
Transtorno Bipolar – que além de ser uma das poucas mulheres catedráticas de
medicina em universidades norte-americanas é portadora da doença.
Aos dezessete anos, Kay sofreu seu primeiro ataque maníaco-depressivo, o livro
narra a guerra da autora contra a doença, seu medo de renunciar às animações
inebriantes das fases maníacas e a sua crença firmemente enraizada de que deveria
enfrentar a doença sem medicação.
“Um mês após ter assinado o contrato que me nomeava para professoraassistente
de psiquiatria na Universidade da Califórnia, Los Angeles, eu estava a
meio caminho da loucura. Era 1974, e eu estava com vinte e oito anos. Em três
meses, eu estava maníaca a ponto de não me reconhecer e apenas começava
minha longa e custosa guerra particular com um medicamento que, depois de
alguns anos, eu recomendaria com firmeza a outros. Minha doença bem como
minhas batalhas com a droga que acabaria por salvar a minha vida e restaurar
minha sanidade, vinha se formando há anos.
Desde minhas lembranças mais remotas, eu era propensa a inconstâncias de
humor de uma forma assustadora, embora freqüentemente maravilhosa. Criança
de emoções intensas, volúvel quando menina, a princípio gravemente deprimida
na adolescência, e depois presa sem trégua aos ciclos da doença maníacodepressiva
na época em que comecei minha vida profissional, tornei-me por
necessidade e por inclinação intelectual uma estudiosa das alternâncias de
humor. É o único meio que conheço para compreender, na verdade para aceitar,
a doença que tenho. Também é o único meio que conheço para tentar exercer
alguma influência nas vidas de outros que também sofrem de transtornos do
humor. A doença que, em algumas ocasiões, quase me matou acaba matando
dezenas de milhares de pessoas a cada ano. A maioria é jovem; a maioria morre
sem necessidade; e muitos estão entre os membros mais talentosos e criativos
que nós, enquanto sociedade temos.
[...]

Que seja eterno enquanto dure.

Amor. Todos querem sentir, todos querem viver, mas no fundo, poucos sabem o verdadeiro significado de tal palavra. Não que essa que vos fala tenha certeza, eu apenas penso. Penso que amor é doação acima de tudo. É estar junto, sempre. Seja com um olhar, com um abraço, com uma palavra pelo telefone ou com um puxão de orelha quando o amigo merece. É saber doar sem esperar receber. Penso que amor é plenitude. Um relacionamento tem que te completar, tem que ser mais um tijolo da sua casa chamada vida. E não o pilar. O seu pilar nasce com você. Não penso em estabilidade. Você é o seu porto seguro. Os outros são aventuras – maravilhosas ou terríveis. Ver o sorriso de uma criança brincando com sua mais antiga boneca. Ver um casal de idosos de mãos dadas. Ver o sol se pondo na praia. Ver uma roda de amigos, cada um com sua história de vida, todos sentados conversando. Percebeu? Tudo que falei, tudo, para mim é amor – e dos mais raros. Existem vários 'tipos' de amor, existem cenários de amor, existem lembranças de amor. Amigos, daqueles que você vê todos os dias até aqueles que raríssimas vezes se encontram, grandes amores. Pais, amor eterno. Amantes, tão gostoso e tão arriscado. Amar traz dor, mas traz tantas delícias, traz instabilidades, traz inquietações e perguntas, que talvez nunca tenham respostas e por mais doido que possa parecer, esta exatamente aí a graça do tal amor.



Semaninhaa agitadaaa ....
faltam 3 dias p chegar meu livrooo noovo


           Mente Inquieta, Uma 

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Por vezes nos encontramos pensando sobre os Rumos da nossa vida. Pensamos se a decisão foi a mais positiva (ou não), se tivéssemos dito sim ao invés de não, quando tomamos o rumo escolhido e seguimos adiante e sobre àqueles que devemos por vezes decidir, naqueles momentos cruciais que nos fazem perder o sono, que escolha devemos fazer. São nestes momentos em que paramos de verdade, puxamos o nosso freio e ficamos envolvidos pelas dúvidas que vão surgindo. Os caminhos que seguimos, de tempos em tempos nos faz pensar, se o outro teria sido a melhor escolha, se nele seríamos mais felizes, se teríamos mais progresso, se as coisas seriam mais fáceis...ora! Muitas coisas que escolhemos, nos faz deixar tantas outras pra trás, renunciamos. Por que abrimos mão das coisas que queremos? Sabe aquelas que mais queremos, por que será? Por medo? Por ser difícil? Por covardia? Por falta de paciência? Por não saber persistir? Por comodismo? Por não saber se conduzir? Será que abrir mão é não querer sofrer? Mas se sofre assim mesmo. É inevitável e incontrolável, porque sempre estará fresco na memória, o fato de ter deixado ir aquilo que poderia ser a melhor coisa da sua vida. É isto que advém deste sofrer. Cada caminho é único e quando escolhido, sem volta.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A pessoa certa ..



Pensando bem,
em tudo que a gente vê, vivencia, ouve e pensa,
não existe uma pessoa certa para gente.
Existe uma pessoa que, se for parar para pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certo.
Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas,
mas nem sempre a gente ta precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor.
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar.
Que é para na hora em que vocês se encontrarem, a entrega seja muito mais verdadeira.
A pessoa errada é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar.
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar o seu sono.
Mas vai te dar em troca, uma noite de amor inesquecível.




Essa pessoa talvez te magoe.
E depois te encha de mimos, pedindo o seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado.
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo.
Porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo.
O que é certo mesmo, é que temos que viver  cada momento, cada segundo.
Amando, sorrindo,chorando, emocionando, pensando, agindo, conseguindo.
E só assim é possível chegar àquele momento do dia,em que a gente diz “Graças a Deus deu tudo certo”.
Quando na verdade,tudo o que Ele quer,é que a gente encontre a pessoa errada,
para que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente.
Nossa missão é:
- Compreender o universo de cada ser humano,
respeitar as diferenças,
brindar as descobertas e buscar a evolução.

]


Fds incrivel ...apostando na gente *-*




feliz.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sem forças p/ escrever.
Porque só quando morre alguem que caimos na real o qt a vida é importante ?
Vai deixar saudades ....

Não Deixe para Amanhã




Adeus eu te amo

8 06 2010 A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração; Sorrir às pessoas que não gostam de mim, Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar; Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo. A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho; Ouvir a todos que só precisam desabafar; Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão; Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa; A pedir perdão; A sonhar acordado; A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário); A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar; Me ensinou a ter olhos para “ver e ouvir estrelas”, embora nem sempre consiga entendê-las; A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser; A abrir minhas janelas para o amor; A não temer o futuro; Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.

NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Refletir

“Ele não estava apaixonado por mim como eu pensava.
Estou tentando dizer que compreendo como é se sentir pequeno e insignificante como ser humano. Como isso dói em lugares que nem sabíamos existir lá dentro. E não importam seus novos cortes de cabelo, suas novas academias, nem os copos de Chardonnay que beba com as amigas; quando se deitar, continuará relembrando cada detalhe, e se perguntando o que fez de errado ou porque não percebeu. E como pôde, por aquele breve momento, achar que era feliz? Pode até se convencer que ele vai se tocar e aparecer na sua porta.
E depois de tudo isso, seja lá o tempo que demorar, você vai para um lugar diferente e conhece gente que a faz se sentir querida, e os pequenos pedaços da sua alma finalmente retornarão. E toda aquela bagunça, todos aqueles anos que você perdeu na sua vida começarão a desaparecer”(O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS)




"...o trem que chega é o mesmo trem da partida..."¹

        "A hora do encontro é tambem despedida"¹ é simples na forma complexa de ser que quando nos abrimos pra viver algo nos libertamos de outros. É claro que as lembranças sempre vão ficar mais com certeza elas serão guardadas com carinho. Não quero apresentar uma forma indiferente de pensar,não estou indo embora como os demais apenas estou com outros objetivos e eu não sei viver algo pela metade. Um dos trechos mais famosos de um livro famoso diz: "Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativas."²e é isso , não tem como voltar atraz e fazer um novo começo, mais podemos começar agora e fazer um novo final³. Me irrita muito quando as pessoas definem o acontecimento e as atitudes pós eles atravez de olhos no passado. Nada é igual nada. O que vivemos é único.Sem atitudes drásticas de sumir ou ir com o vento.

Fábula da convivência

Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!

Aponta pra fé e rema .

Inevitavel imprevisivel é a maneira de como um imprevisivel sempre é capaz de aparecer.


Imprevisivel inevitavel é quando o inevitavel já aconteceu e agora você não sabe mais o que vai ser...


É "inevitável" como a ordem das palavras alteram o produto tanto na frase acima como em qualquer outra frase, texto, contexto, explicação ou confiança que se possa imaginar...

Não podemos confiar no "português" ou qualquer "literatura" seja ela criada a séculos ou segundos após a escrita...
Para ser mais claro , tudo se resume na parte em que lógica só vem ao caso quando lidamos com MATEMATICA e esqueça ela em qualquer outro lado da sua vida.


[=]
Semana em que não se sabe mais em que lugar está qualquer coisa....não costumo falar sobre as minhas agonias..mais aqui (no blog) me vejo quase como uma anonima , onde poucos os pacientes encaram um texto tão complicado... com uma lógica ilógica.

Mas bem... parte do caminho já se põe os pés no chão e tão firme q se sente as pedras..."ah! como isso me é bom", penso eu, amo a estabilidade do que planejo.

Esse talvez seja o lado bom do mau-extremista que existe dentro de mim.


"Os covardes nunca começam, os fracassados nunca terminam e os vencedores nunca desistem."

Na vida contem TUDO

Em tudo há um leque infinito de possibilidades pra acontecer.
Não se detenha a nada.
Não se limite ou cerque sua vida de medos...

Se uma amor não deu certo uma vez não deixe de tentar uma duas ou três vezes mais.
Afinal tudo pode acontecer.

Há vida é passageira ela pode acabar quando se menos espera.
Seus amigos podem ir,
tanto pra longe ou pra sempre.
E então...o que você fez de importante....você viveu tudo o que você queria com ele?

E se ele não levar o que você realmente queria que ele tivesse de você?
E se você não possuir o que realmente você descubra o que quer quando ele se for.

O que preciso for retribua com alegria e o amor.
Invada as ruínas da falsidade com carinho.
Pise fundo no chão insólido de um coração até encontrar um meio de mostrar que você vai estar sempre. Mesmo não estando presente.

Se perdeu a inocência de quando se é criança que agente perdoa a qualquer momento mesmo brigando toda hora.
Mais é na infância que fazemos os melhores amigos.

Não deixe nada impedir uma amizade.
É o amor que não precisa ter parada.
Amor que não começa com ilusão...e se ligar de madrugada você não precisará nunca mentir onde você está.

Costumo dizer que amizade vai além de uma briga.
E mesmo depois de um ato totalmente ilícito, ou o amigo será esquecido...ou será ainda mais marcado.
depois de brigas amizades verdadeiras viram super-heróis.

Conhecer alguém acontece.
Conhecer a fundo alguém agente não esquece
.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Ultimos filmes assistidos

A origem: Não é tão dificil assim como me disseram ou como dizem. As pessoas que gostam de um "se beber não case" que tem uma certa dificuldade. Compreensivel Né. Filme bem feito , bem dirigito e bem criativo. Daqueles que entram pra top e eaté da pra se pensar em ter um pra ver sempre que der.Mais que indicado!




Sob o sol da toscana - Esse filme me lembra muito "Comer , Rezar e amar" só que do contrario ela que foi deixada pelo marido (relaxa que contei só o começo do filme). Confesso que foi nele em que eu aprendi certas filosofias de vida em que eu sabia que era necessaria mais não via que me era tão útil assim. O filme é longo se voccê espera um filmão com cenas fortes não é isso que vai ter. Totalmente leve liçoes que se leva.

Desejo e Reparação - As vezes só enxergamos o que queremos e tomamos atitudes que nos favorece. Ter mais empatia pra não se prejudicar e não prejudicar tanto os outros aprendi a ver o cals que podemos fazer da vida alheia se olharmó só nosso umbigo .

"Don Juan DeMarco"               o melhor ....rs


"Ele é tão encantador que parece bom demais para ser verdade. Parece vindo de um conto de fadas. Só que quando consegue o que quer, perde o interesse e some. Cafajeste? Nem sempre. Embora aja de caso muito bem pensado, não é por maldade que se comporta assim. Pode ser um conquistador compulsivo.

O mais famoso de todos foi retratado no cinema como Don Juan – um lendário sedutor espanhol do século 17 que teve mais de mil mulheres e não conseguiu amar verdadeiramente nenhuma delas.

O conquistador leva a mulher a acreditar que está diante de um homem sedutor, romântico e sensível. Atrás da fachada se esconde o velho instinto caçador do macho, que é capaz de investir meses para conquistar o objeto do seu desejo. Investe em restaurantes e casas noturnas badaladas, e-mails carinhosos, muitos telefonemas, presentes e até em viagens a lugares paradisíacos.

Assim que parece que o namoro vai engrenar, ele salta fora. Sem explicação, sem adeus. E não raramente até troca o número do celular para não ser incomodado. Geralmente esse perfil não suporta levar um "não" e acaba vencendo pela insistência. Foge de quem tenta controlar a sua vida e qualifica como chata quem liga o dia todo para saber onde ou com quem está. E na companhia da iludida costuma desligar o celular. 

 

O donjuanismo moderno não é exclusivo do sexo masculino, afetando igualmente homens, mulheres e homossexuais. A gloria do "ficar com" foi em torno de 2003 com a música Não Sou de Ninguém (Tribalistas). Recebi um e-mail muito interessante sobre essa música e esse contexto:
Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas que quer que alguém seja seu.

Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde "toda ação tem uma reação". Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém.

Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.

Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar, também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.

Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?

A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.

Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.

Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram.

Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.

Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.

Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.
"  





Nem preciso falar mais nada neh ! ? rs

 

*-*

Mew como a semana ta voandoooooooo
Depois de quatro dias de festa , nada que um fds de descanso!
Mais quem disse que me dou a esse privilégio ?! rs
Semana meio corrida , niver de 15 anos da minha sobrinha ..Hoje jantar em familia , vou conhecer meu sogrinho ¬¬ tédio !  Será que essa nova escolha vai dar certo ?!  TOTALMENTE CONFUSA...

Contando os dias p nao chegar o fds ...!  ninguem merece show do Fabio Junior  , é nessas horas que da vontade de jogar tudo p alto e fugir ...FOd's !

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O amor não se acaba, se perde "

Minha solidão
Pede tua presença
Apresente-se
Além 
Da minha mente
 
 

17 passos para enfrentar uma grande perda

Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável, geralmente envolvendo perdas ou grandes mudanças: doenças, morte de alguém, mudança de cidade, de emprego, condição social, separação, perda de um sonho ou ideal e outras. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido.
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o “luto” (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente  passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se “por que eu?”, “por que ele(ou ela)?”ou “por que comigo(ou conosco)?”.
A seguir a tendência é retrairem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, aceitação; de aceitar aquilo que não pode ser mudado.(E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, vai ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar à fases anteriores;  outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos. 
A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte(EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de “morte”, as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo.Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.
Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil :-
1-Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2-Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3-Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4-Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5-Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola , renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6-Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7-“Nunca mais serei o mesmo”...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8-Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9-Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados.Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua.  Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10-Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11-A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antiguidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo,com culturas e  religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou “Algo Superior”. Isto é quase que uma intuição que nascemos com ela.  Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não seja religioso, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a  separação é temporária, não definitiva.
É importante saber que pudemos desfrutar da companhia de algumas pessoas especiais, mesmo que por breve tempo,  que nos deixam muita saudade...Só se tem saudade daquilo que foi muito bom..
12-Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido.  Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranquilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13-Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14-Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça, por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado e que existem leis universais, “nada acontece por acaso”;  tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15-Integrando a  perda
As pessoas não “têm” que ser “vítimas”, qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado.  É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento (“Por que isso aconteceu comigo”?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro:- “Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?” Geralmente quando chegamos à fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano. 
16-Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17-Procure ajuda profissional, se necessário.
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda.  Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao “outro eu” e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa , e quando.

Utopia ou realidade?








" Mas se o meu destino for você a gente ainda vai se ver, e se o amor nos esperar a gente ainda vai se amar "

Happy birthday





'' Mudança ''







Aqui Ana Carolina
Aqui
Eu nunca disse que iria ser
A pessoa certa pra você
Mas sou eu quem te adora
Se fico um tempo sem te procurar
É pra saudade nos aproximar
E eu já não vejo a hora

Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim

Aqui
Agora que você parece não ligar
Que já não pensa e já não quer pensar
Dizendo que não sente nada
Estou lembrando menos de você
Falta pouco pra me convencer
Que sou a pessoa errada

Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim


Quebra-cabeça

"...e estava sobre a mesa peças que pareciam ser de um quebra cabeça...
e me veio aquele sentimento de que era meu dever colocar, montar seja qual for a figura..
começei pelo céu ...
e quanto mais eu decia e preenchia as partes da figura..mais ansioso por saber o que era ficava...
e fora as deduçoes precipitadas do que viria vinham a tona...

...nisso tudo, sei que uma peça completa outra..e vejo isso nos dias
um completando o outro
mostrando o que realmente é a imagem ou figura projetada..."[B.M.]



"se fosse fácil achar o caminho das pedras
tantas pedras no caminho não seria ruim "




Da onde vem alguns "deveres"?

     Porque essa necessidade tal como se fosse um dever de "termos" alguém, "procurar" alguém, "encontrar" alguém? Pensar sobre isso me deixou com vontade de pensar mais e mais. Essa necessidade a qual fomos programados a sentir falta de uma segunda pessoa em nossa vida. Certo , não que eu esteja discordando mais acho que isso na vida das pessoas hoje é tão prioridade que desde pequenos fomos ensinados. É naquelas fortes pressões em ter um namoradinho ou namoradinha no pré-2 . Talvez não tão forte assim vista do lado dos grandes...mais sim dos pequenos.
     E desde então, já era..é um relacionamento atraz do outro. A busca incessante pela "metade-da laranja" a longa jornada que poucos não desistem até o podio de chegada. Pera, existe chegada? Meio intrigante e ignorância achar que sempre vamos ter alguém pra nos completar. Porque? Estamos em constante mudanças.
     Mais não é disso que quero falar. Acho que antes de procurar alguém devemos realmente ter certeza que estamos completos por nós mesmos.Por que se não tivemos é certo de que nunca vão de nos "completar" ou "preencher". Somos tão incentivados e focados em conhecer alguém que muitas vezes nem mesmo nós nos conhecemos.
    E isso sem dúvida é essencial.
    Mais que essencial, isso deveria ser uma obrigação de cada um. Como pode alguém se envolver com alguém sem saber aquilo que lhe conquista de verdade? Se as flores recebidas verdadeiramente agradam? Não se trata de flores reais é simbologia. Daí é que quebramos a cara. Talvez a forma do outro demonstrar o que sente não é a forma a qual você vê o que são flores pra você.
    O que importa nisso? Você vai quebrar menos a cara se souber o que você realmente quer. Mais que fique bem claro que não fazer as coisas por medo da topada da cara no muro é mais ignorância. Afinal, se arriscar faz parte. O importante é os pés no chão.
    Não é tão complexo assim. É simples. Embora seja nas coisas simples que nos complicamos. Um mero detalhe uma insignificante coluna torta pode fazer a casa desabar.


Escolhas

"É preciso escolher um caminho que não tenha fim, mas, ainda assim, caminhar sempre na expectativa de encontrá-lo."
Geraldo Magela Amaral

   É de se evitar passar por relacionamentos. Mais numa escolha de passar por eles se aprende muito. E apartir do momento que se volta ao ponto inicial de tudo começasse a pensar e questionar o porque das coisas. Fidelidade pra quem acaba de entrar no mundo dos relacionamentos é como que imprescindível. Até sofremos a decepção que tambem é inevitavel. Esses dias li que o brilho do primeiro amor está em achar que ele nunca vai acabar e concordo com tal afirmação.E é depois de um tempo que aprendemos a dar mais sentido as coisas sabendo que um dia pode acabar.  
  Conforme tudo vai seguindo tive essa escolha de curtir a vida acredito eu que todos passam por isso, se não, vão passar. Em varias partes e sentidos do que eu já passei eu voltei as atitudes em que tinha antes, "inocente" dos tombos e erros, voltar a atitudes passadas mais com fundamento. É bom aprender isso, por vezes me pego pensando. Isso é limitar-se , saber onde parar é importante.Com o tempo vamos aprendendo depois de desaprender entendendo porque não se vai por um caminho, pode ser lega, mais compensa a viagem. 
  Estar vivendo pela metade é acabar não vivendo nada. Se entregar em doses nunca foi comigo. Se não for pra encher o copo não vire a garrafa. Será que é necessário viver assim. Talvez não necessario mais certo? já me questionei por vezes. E vi que dizer isso não signinfica 'exagerar' mais sim 'tudo o que se tem no momento', não mentir pra iludir nem omitir pra garantir. Se limitar e saber o que se tem pra saber o quanto se sente. Pé no chão sempre. Estar caminhando aqui sem olhar pros lados é disso que eu falo.

A vida seria impossivel se tudo se recordasse. O segredo está em saber escolher o que se deve esquecer.
 
 

Nâo se sabe o que se perde quando não se sabe o que se tinha.

    Acordei com essa frase na cabeça, não lembro de te-la lido em algum lugar mais me é útil. Não entendi bem, só vim parar pra filosofar sobre isso depois do tempo de dois filmes. Não estes sobre o assunto.
    Nesses tempos sustentou-se algo que em partes me fez bem. Só vim entender isso agora. Mas como dizem os bordões "antes tarde do que nunca". É estranho falar sobre isso , nao quero falar de um modo emocional mais sim de modo racional mesmo envolvendo sentimentos.
    Se tratar do que eu perdi é preciso parar pra pensar no que eu tinha, em mãos, não supostamente ou no sub-entendido. O que eu tinha era a insegurança, o medo de amanhã, o sentimento de inferioridade que me dava ao sair em público e se  olhar por esse lado não perdi muita coisa. E o sub-entendido e o suposto eu não perdi,são apenas projeções ou uma percepção feita pelo outro lado que só pude compartilhar agora.
   Não quero que o falar sobre as coisas que eu perdi pareça que era só isso, porque não era. Eu tive momentos felizes sim, mais momentos felizes não passam de momentos. Ter que tirar os pés do chão para poder se sentir feliz não é comigo posso até ir nessa mais nunca permaneci. Eu prefiro uma felicidade mais real e que mesmo que eu passe por dias dificies amanhã ela vai estar lá.