segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Por vezes nos encontramos pensando sobre os Rumos da nossa vida. Pensamos se a decisão foi a mais positiva (ou não), se tivéssemos dito sim ao invés de não, quando tomamos o rumo escolhido e seguimos adiante e sobre àqueles que devemos por vezes decidir, naqueles momentos cruciais que nos fazem perder o sono, que escolha devemos fazer. São nestes momentos em que paramos de verdade, puxamos o nosso freio e ficamos envolvidos pelas dúvidas que vão surgindo. Os caminhos que seguimos, de tempos em tempos nos faz pensar, se o outro teria sido a melhor escolha, se nele seríamos mais felizes, se teríamos mais progresso, se as coisas seriam mais fáceis...ora! Muitas coisas que escolhemos, nos faz deixar tantas outras pra trás, renunciamos. Por que abrimos mão das coisas que queremos? Sabe aquelas que mais queremos, por que será? Por medo? Por ser difícil? Por covardia? Por falta de paciência? Por não saber persistir? Por comodismo? Por não saber se conduzir? Será que abrir mão é não querer sofrer? Mas se sofre assim mesmo. É inevitável e incontrolável, porque sempre estará fresco na memória, o fato de ter deixado ir aquilo que poderia ser a melhor coisa da sua vida. É isto que advém deste sofrer. Cada caminho é único e quando escolhido, sem volta.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
A pessoa certa ..
Pensando bem,
em tudo que a gente vê, vivencia, ouve e pensa,
não existe uma pessoa certa para gente.
Existe uma pessoa que, se for parar para pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certo.
Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas,
mas nem sempre a gente ta precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor.
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar.
Que é para na hora em que vocês se encontrarem, a entrega seja muito mais verdadeira.
A pessoa errada é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar.
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar o seu sono.
Mas vai te dar em troca, uma noite de amor inesquecível.
Essa pessoa talvez te magoe.
E depois te encha de mimos, pedindo o seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado.
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo.
Porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo.
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo.
Amando, sorrindo,chorando, emocionando, pensando, agindo, conseguindo.
E só assim é possível chegar àquele momento do dia,em que a gente diz “Graças a Deus deu tudo certo”.
Quando na verdade,tudo o que Ele quer,é que a gente encontre a pessoa errada,
para que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente.
Nossa missão é:
- Compreender o universo de cada ser humano,
respeitar as diferenças,
brindar as descobertas e buscar a evolução.
]
Fds incrivel ...apostando na gente *-*
feliz.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Não Deixe para Amanhã
Adeus eu te amo
8 06 2010 A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração; Sorrir às pessoas que não gostam de mim, Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar; Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo. A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho; Ouvir a todos que só precisam desabafar; Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão; Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa; A pedir perdão; A sonhar acordado; A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário); A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar; Me ensinou a ter olhos para “ver e ouvir estrelas”, embora nem sempre consiga entendê-las; A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser; A abrir minhas janelas para o amor; A não temer o futuro; Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
NÃO DEIXE O AMOR PASSAR
Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Refletir
“Ele não estava apaixonado por mim como eu pensava.Estou tentando dizer que compreendo como é se sentir pequeno e insignificante como ser humano. Como isso dói em lugares que nem sabíamos existir lá dentro. E não importam seus novos cortes de cabelo, suas novas academias, nem os copos de Chardonnay que beba com as amigas; quando se deitar, continuará relembrando cada detalhe, e se perguntando o que fez de errado ou porque não percebeu. E como pôde, por aquele breve momento, achar que era feliz? Pode até se convencer que ele vai se tocar e aparecer na sua porta.
E depois de tudo isso, seja lá o tempo que demorar, você vai para um lugar diferente e conhece gente que a faz se sentir querida, e os pequenos pedaços da sua alma finalmente retornarão. E toda aquela bagunça, todos aqueles anos que você perdeu na sua vida começarão a desaparecer”(O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS)
"...o trem que chega é o mesmo trem da partida..."¹
Fábula da convivência
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!
Aponta pra fé e rema .
Inevitavel imprevisivel é a maneira de como um imprevisivel sempre é capaz de aparecer.
Imprevisivel inevitavel é quando o inevitavel já aconteceu e agora você não sabe mais o que vai ser...
É "inevitável" como a ordem das palavras alteram o produto tanto na frase acima como em qualquer outra frase, texto, contexto, explicação ou confiança que se possa imaginar...
Não podemos confiar no "português" ou qualquer "literatura" seja ela criada a séculos ou segundos após a escrita...
Para ser mais claro , tudo se resume na parte em que lógica só vem ao caso quando lidamos com MATEMATICA e esqueça ela em qualquer outro lado da sua vida.
[=]
Semana em que não se sabe mais em que lugar está qualquer coisa....não costumo falar sobre as minhas agonias..mais aqui (no blog) me vejo quase como uma anonima , onde poucos os pacientes encaram um texto tão complicado... com uma lógica ilógica.
Mas bem... parte do caminho já se põe os pés no chão e tão firme q se sente as pedras..."ah! como isso me é bom", penso eu, amo a estabilidade do que planejo.
Esse talvez seja o lado bom do mau-extremista que existe dentro de mim.
"Os covardes nunca começam, os fracassados nunca terminam e os vencedores nunca desistem."
Na vida contem TUDO
Em tudo há um leque infinito de possibilidades pra acontecer.
Não se detenha a nada.
Não se limite ou cerque sua vida de medos...
Se uma amor não deu certo uma vez não deixe de tentar uma duas ou três vezes mais.
Afinal tudo pode acontecer.
Há vida é passageira ela pode acabar quando se menos espera.
Seus amigos podem ir,
tanto pra longe ou pra sempre.
E então...o que você fez de importante....você viveu tudo o que você queria com ele?
E se ele não levar o que você realmente queria que ele tivesse de você?
E se você não possuir o que realmente você descubra o que quer quando ele se for.
O que preciso for retribua com alegria e o amor.
Invada as ruínas da falsidade com carinho.
Pise fundo no chão insólido de um coração até encontrar um meio de mostrar que você vai estar sempre. Mesmo não estando presente.
Se perdeu a inocência de quando se é criança que agente perdoa a qualquer momento mesmo brigando toda hora.
Mais é na infância que fazemos os melhores amigos.
Não deixe nada impedir uma amizade.
É o amor que não precisa ter parada.
Amor que não começa com ilusão...e se ligar de madrugada você não precisará nunca mentir onde você está.
Costumo dizer que amizade vai além de uma briga.
E mesmo depois de um ato totalmente ilícito, ou o amigo será esquecido...ou será ainda mais marcado.
depois de brigas amizades verdadeiras viram super-heróis.
Conhecer alguém acontece.
Conhecer a fundo alguém agente não esquece.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Ultimos filmes assistidos
A origem: Não é tão dificil assim como me disseram ou como dizem. As pessoas que gostam de um "se beber não case" que tem uma certa dificuldade. Compreensivel Né. Filme bem feito , bem dirigito e bem criativo. Daqueles que entram pra top e eaté da pra se pensar em ter um pra ver sempre que der.Mais que indicado!
Sob o sol da toscana - Esse filme me lembra muito "Comer , Rezar e amar" só que do contrario ela que foi deixada pelo marido (relaxa que contei só o começo do filme). Confesso que foi nele em que eu aprendi certas filosofias de vida em que eu sabia que era necessaria mais não via que me era tão útil assim. O filme é longo se voccê espera um filmão com cenas fortes não é isso que vai ter. Totalmente leve liçoes que se leva.
Desejo e Reparação - As vezes só enxergamos o que queremos e tomamos atitudes que nos favorece. Ter mais empatia pra não se prejudicar e não prejudicar tanto os outros aprendi a ver o cals que podemos fazer da vida alheia se olharmó só nosso umbigo .
"Ele é tão encantador que parece bom demais para ser verdade. Parece vindo de um conto de fadas. Só que quando consegue o que quer, perde o interesse e some. Cafajeste? Nem sempre. Embora aja de caso muito bem pensado, não é por maldade que se comporta assim. Pode ser um conquistador compulsivo.
Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas que quer que alguém seja seu.
Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde "toda ação tem uma reação". Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém.
Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar, também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.
Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.
Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram.
Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão."
Nem preciso falar mais nada neh ! ? rs
Sob o sol da toscana - Esse filme me lembra muito "Comer , Rezar e amar" só que do contrario ela que foi deixada pelo marido (relaxa que contei só o começo do filme). Confesso que foi nele em que eu aprendi certas filosofias de vida em que eu sabia que era necessaria mais não via que me era tão útil assim. O filme é longo se voccê espera um filmão com cenas fortes não é isso que vai ter. Totalmente leve liçoes que se leva.
Desejo e Reparação - As vezes só enxergamos o que queremos e tomamos atitudes que nos favorece. Ter mais empatia pra não se prejudicar e não prejudicar tanto os outros aprendi a ver o cals que podemos fazer da vida alheia se olharmó só nosso umbigo .
"Don Juan DeMarco" o melhor ....rs
"Ele é tão encantador que parece bom demais para ser verdade. Parece vindo de um conto de fadas. Só que quando consegue o que quer, perde o interesse e some. Cafajeste? Nem sempre. Embora aja de caso muito bem pensado, não é por maldade que se comporta assim. Pode ser um conquistador compulsivo.
O mais famoso de todos foi retratado no cinema como Don Juan – um lendário sedutor espanhol do século 17 que teve mais de mil mulheres e não conseguiu amar verdadeiramente nenhuma delas.
O conquistador leva a mulher a acreditar que está diante de um homem sedutor, romântico e sensível. Atrás da fachada se esconde o velho instinto caçador do macho, que é capaz de investir meses para conquistar o objeto do seu desejo. Investe em restaurantes e casas noturnas badaladas, e-mails carinhosos, muitos telefonemas, presentes e até em viagens a lugares paradisíacos.
Assim que parece que o namoro vai engrenar, ele salta fora. Sem explicação, sem adeus. E não raramente até troca o número do celular para não ser incomodado. Geralmente esse perfil não suporta levar um "não" e acaba vencendo pela insistência. Foge de quem tenta controlar a sua vida e qualifica como chata quem liga o dia todo para saber onde ou com quem está. E na companhia da iludida costuma desligar o celular.
O donjuanismo moderno não é exclusivo do sexo masculino, afetando igualmente homens, mulheres e homossexuais. A gloria do "ficar com" foi em torno de 2003 com a música Não Sou de Ninguém (Tribalistas). Recebi um e-mail muito interessante sobre essa música e esse contexto:
Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas que quer que alguém seja seu.
Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde "toda ação tem uma reação". Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém.
Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar, também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.
Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.
Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi passada nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram.
Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão."
Nem preciso falar mais nada neh ! ? rs
*-*
Mew como a semana ta voandoooooooo
Depois de quatro dias de festa , nada que um fds de descanso!
Mais quem disse que me dou a esse privilégio ?! rs
Semana meio corrida , niver de 15 anos da minha sobrinha ..Hoje jantar em familia , vou conhecer meu sogrinho ¬¬ tédio ! Será que essa nova escolha vai dar certo ?! TOTALMENTE CONFUSA...
Contando os dias p nao chegar o fds ...! ninguem merece show do Fabio Junior , é nessas horas que da vontade de jogar tudo p alto e fugir ...FOd's !
Depois de quatro dias de festa , nada que um fds de descanso!
Mais quem disse que me dou a esse privilégio ?! rs
Semana meio corrida , niver de 15 anos da minha sobrinha ..Hoje jantar em familia , vou conhecer meu sogrinho ¬¬ tédio ! Será que essa nova escolha vai dar certo ?! TOTALMENTE CONFUSA...
Contando os dias p nao chegar o fds ...! ninguem merece show do Fabio Junior , é nessas horas que da vontade de jogar tudo p alto e fugir ...FOd's !
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
17 passos para enfrentar uma grande perda
Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável, geralmente envolvendo perdas ou grandes mudanças: doenças, morte de alguém, mudança de cidade, de emprego, condição social, separação, perda de um sonho ou ideal e outras. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido.
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o “luto” (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se “por que eu?”, “por que ele(ou ela)?”ou “por que comigo(ou conosco)?”.
A seguir a tendência é retrairem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, aceitação; de aceitar aquilo que não pode ser mudado.(E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, vai ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar à fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.
A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte(EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de “morte”, as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo.Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.
Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil :-
1-Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2-Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3-Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4-Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5-Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola , renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6-Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7-“Nunca mais serei o mesmo”...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8-Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9-Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados.Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10-Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11-A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antiguidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo,com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou “Algo Superior”. Isto é quase que uma intuição que nascemos com ela. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não seja religioso, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.
É importante saber que pudemos desfrutar da companhia de algumas pessoas especiais, mesmo que por breve tempo, que nos deixam muita saudade...Só se tem saudade daquilo que foi muito bom..
12-Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranquilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13-Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14-Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça, por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado e que existem leis universais, “nada acontece por acaso”; tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15-Integrando a perda
As pessoas não “têm” que ser “vítimas”, qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento (“Por que isso aconteceu comigo”?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro:- “Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?” Geralmente quando chegamos à fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.
16-Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17-Procure ajuda profissional, se necessário.
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao “outro eu” e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa , e quando.
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o “luto” (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se “por que eu?”, “por que ele(ou ela)?”ou “por que comigo(ou conosco)?”.
A seguir a tendência é retrairem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, aceitação; de aceitar aquilo que não pode ser mudado.(E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, vai ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar à fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.
A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte(EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de “morte”, as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo.Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.
Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil :-
1-Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2-Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3-Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4-Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5-Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola , renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6-Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7-“Nunca mais serei o mesmo”...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8-Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9-Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados.Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10-Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11-A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antiguidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo,com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou “Algo Superior”. Isto é quase que uma intuição que nascemos com ela. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não seja religioso, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.
É importante saber que pudemos desfrutar da companhia de algumas pessoas especiais, mesmo que por breve tempo, que nos deixam muita saudade...Só se tem saudade daquilo que foi muito bom..
12-Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranquilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13-Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14-Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça, por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado e que existem leis universais, “nada acontece por acaso”; tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15-Integrando a perda
As pessoas não “têm” que ser “vítimas”, qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento (“Por que isso aconteceu comigo”?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro:- “Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?” Geralmente quando chegamos à fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.
16-Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17-Procure ajuda profissional, se necessário.
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao “outro eu” e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa , e quando.
Utopia ou realidade?
" Mas se o meu destino for você a gente ainda vai se ver, e se o amor nos esperar a gente ainda vai se amar " ♫
'' Mudança ''
Aqui Ana Carolina
Aqui
Eu nunca disse que iria ser
A pessoa certa pra você
Mas sou eu quem te adora
Se fico um tempo sem te procurar
É pra saudade nos aproximar
E eu já não vejo a hora
Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim
Aqui
Agora que você parece não ligar
Que já não pensa e já não quer pensar
Dizendo que não sente nada
Estou lembrando menos de você
Falta pouco pra me convencer
Que sou a pessoa errada
Eu não consigo esconder
Certo ou errado, eu quero ter você
Você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim
Quebra-cabeça
e me veio aquele sentimento de que era meu dever colocar, montar seja qual for a figura..
começei pelo céu ...
e quanto mais eu decia e preenchia as partes da figura..mais ansioso por saber o que era ficava...
e fora as deduçoes precipitadas do que viria vinham a tona...
...nisso tudo, sei que uma peça completa outra..e vejo isso nos dias
um completando o outro
mostrando o que realmente é a imagem ou figura projetada..."[B.M.]

"se fosse fácil achar o caminho das pedras
tantas pedras no caminho não seria ruim "
Da onde vem alguns "deveres"?
Porque essa necessidade tal como se fosse um dever de "termos" alguém, "procurar" alguém, "encontrar" alguém? Pensar sobre isso me deixou com vontade de pensar mais e mais. Essa necessidade a qual fomos programados a sentir falta de uma segunda pessoa em nossa vida. Certo , não que eu esteja discordando mais acho que isso na vida das pessoas hoje é tão prioridade que desde pequenos fomos ensinados. É naquelas fortes pressões em ter um namoradinho ou namoradinha no pré-2 . Talvez não tão forte assim vista do lado dos grandes...mais sim dos pequenos.E desde então, já era..é um relacionamento atraz do outro. A busca incessante pela "metade-da laranja" a longa jornada que poucos não desistem até o podio de chegada. Pera, existe chegada? Meio intrigante e ignorância achar que sempre vamos ter alguém pra nos completar. Porque? Estamos em constante mudanças.
Mais não é disso que quero falar. Acho que antes de procurar alguém devemos realmente ter certeza que estamos completos por nós mesmos.Por que se não tivemos é certo de que nunca vão de nos "completar" ou "preencher". Somos tão incentivados e focados em conhecer alguém que muitas vezes nem mesmo nós nos conhecemos.
E isso sem dúvida é essencial.
Mais que essencial, isso deveria ser uma obrigação de cada um. Como pode alguém se envolver com alguém sem saber aquilo que lhe conquista de verdade? Se as flores recebidas verdadeiramente agradam? Não se trata de flores reais é simbologia. Daí é que quebramos a cara. Talvez a forma do outro demonstrar o que sente não é a forma a qual você vê o que são flores pra você.
O que importa nisso? Você vai quebrar menos a cara se souber o que você realmente quer. Mais que fique bem claro que não fazer as coisas por medo da topada da cara no muro é mais ignorância. Afinal, se arriscar faz parte. O importante é os pés no chão.
Não é tão complexo assim. É simples. Embora seja nas coisas simples que nos complicamos. Um mero detalhe uma insignificante coluna torta pode fazer a casa desabar.
Escolhas
"É preciso escolher um caminho que não tenha fim, mas, ainda assim, caminhar sempre na expectativa de encontrá-lo."
Geraldo Magela AmaralÉ de se evitar passar por relacionamentos. Mais numa escolha de passar por eles se aprende muito. E apartir do momento que se volta ao ponto inicial de tudo começasse a pensar e questionar o porque das coisas. Fidelidade pra quem acaba de entrar no mundo dos relacionamentos é como que imprescindível. Até sofremos a decepção que tambem é inevitavel. Esses dias li que o brilho do primeiro amor está em achar que ele nunca vai acabar e concordo com tal afirmação.E é depois de um tempo que aprendemos a dar mais sentido as coisas sabendo que um dia pode acabar.
Conforme tudo vai seguindo tive essa escolha de curtir a vida acredito eu que todos passam por isso, se não, vão passar. Em varias partes e sentidos do que eu já passei eu voltei as atitudes em que tinha antes, "inocente" dos tombos e erros, voltar a atitudes passadas mais com fundamento. É bom aprender isso, por vezes me pego pensando. Isso é limitar-se , saber onde parar é importante.Com o tempo vamos aprendendo depois de desaprender entendendo porque não se vai por um caminho, pode ser lega, mais compensa a viagem.
Estar vivendo pela metade é acabar não vivendo nada. Se entregar em doses nunca foi comigo. Se não for pra encher o copo não vire a garrafa. Será que é necessário viver assim. Talvez não necessario mais certo? já me questionei por vezes. E vi que dizer isso não signinfica 'exagerar' mais sim 'tudo o que se tem no momento', não mentir pra iludir nem omitir pra garantir. Se limitar e saber o que se tem pra saber o quanto se sente. Pé no chão sempre. Estar caminhando aqui sem olhar pros lados é disso que eu falo.
A vida seria impossivel se tudo se recordasse. O segredo está em saber escolher o que se deve esquecer.
Nâo se sabe o que se perde quando não se sabe o que se tinha.
Nesses tempos sustentou-se algo que em partes me fez bem. Só vim entender isso agora. Mas como dizem os bordões "antes tarde do que nunca". É estranho falar sobre isso , nao quero falar de um modo emocional mais sim de modo racional mesmo envolvendo sentimentos.
Se tratar do que eu perdi é preciso parar pra pensar no que eu tinha, em mãos, não supostamente ou no sub-entendido. O que eu tinha era a insegurança, o medo de amanhã, o sentimento de inferioridade que me dava ao sair em público e se olhar por esse lado não perdi muita coisa. E o sub-entendido e o suposto eu não perdi,são apenas projeções ou uma percepção feita pelo outro lado que só pude compartilhar agora.
Não quero que o falar sobre as coisas que eu perdi pareça que era só isso, porque não era. Eu tive momentos felizes sim, mais momentos felizes não passam de momentos. Ter que tirar os pés do chão para poder se sentir feliz não é comigo posso até ir nessa mais nunca permaneci. Eu prefiro uma felicidade mais real e que mesmo que eu passe por dias dificies amanhã ela vai estar lá.
Esperança x Sentimento
Aprendi que quando se termina um relacionamento os motivos
se resumem em dois ou é a 'falta de esperança' ou a 'falta
de sentimento'.
Faca de dois lados cortantes. Qual preferir? Temo por sentimentos
arrebatadores. Aqueles que vem do nada e cabível que também vão.
Um 'eu te amo'
precisa ter uma certa raiz de tempo. Mais e a esperança? Como vem?
Como vai?
Porque deixamos de acreditar num futuro juntos? Também queria
entender ...
O que me leva ao fim? Sempre. Detesto a parte em que eu nao resisto , nao boto fe . Sempre termino meus relacionamentos e eu
nao gosto
disso.
Onde eu erro? Tentar definir as pessoas? Eu que mais acho que as
pessoas
nao so devem como podem mudar? Realmente isso e aceitável aí esta
nao o problema em si mais parte dele.
Centralizando
Mude suas opiniões, mantenha seus princípios. Troque suas folhas, mantenha suas raízes.
Victor Hugo Por mais que marés nunca deixem de descer e subir e a instabilidade seja algo permanente a busca por raízes mais firmes e fortes também sempre deve ser buscada.
Deixa de ser contradição quando se está ciente de que em partes na vida precisamos de estabilidade e outras instabilidade. O "lance" seria saber onde por isso.Na vida não existe regras de como se deve lidar. As regras estão mais pra caráter e como você enfrenta tudo.
Quem nunca plantou o feijãozinho e se surpreendeu quando viu uma " perninha " saindo? A primeira raiz de muitas, traz surpresa, nunca imaginaríamos que um grão faz muita coisa! e faz! E depois de uma raiz pode se esperar que virão outras e logo logo você vai ter que trocar do algodão pra terra. Será que minha professora do pré queria me dizer algo a mais?. Talvez não era só pro feijão , trabalho de sexta feira, até segunda de volta na escola a raiz apareceria. Tudo é semente que no começo não damos nada. Mais se for deixada do jeito certo com agua, algodão, luz e o calor necessário trará outras semente. E semente geram raízes que geram plantas que geram flores e frutos e mais sementes.E isso me fez voltar ao começo a instabilidade estável ou a estabilidade da instabilidade. Deu pra entender? É só ler com calma. Por mais que não permaneça sempre na semente certos processos são necessários pras raízes. E foi bem antes da casca se rasgar que começou todo o processo foi simplesmente na vontade de plantar que tudo começou!
Attraversare
Planos são refeitos a toda hora. Quando não se pode mais ficar é preciso Attraversare. Hoje foi pra mim um dos meus melhores dias em São Paulo se não o melhor ! Fui ao cinema assistir "Comer, rezar e amar" e como o ultimo filme que vi no cinema esse era mais que necessario. Dia de folga do serviço. Revi uns amigos e matei a saudade de outros.Ruinas são necessárias para tranformações. Eu poderia até saber disso mais quando lhe é reafirmado faz toda diferença.Agora é fingar a bandeira e tomar posse das terras conquistadas. Tudo se encaixa e tudo com o tempo fica no seu devido lugar.
Entre linhas
Esses dias conversando , me deparei com minha vontade de mudar e o motivo de ser sempre como fui em confronto. Não consegui explicar o motivo de não querer enxergar, mais muitas vezes joguei tudo pro alto antes de tentar de verdade.Essas contradições preciso resolve-las. Vejo isso como um caminho que ainda não sei nada. Mais ninguém sabe até saber.
[...]
De resto;
Não apenas leia mais interprete no sentido original.
Des interessante
Ja passei a evitar coisas das quais antes não viveria sem. E a viver sem pessoas as quais pensei que sem elas nunca existiria. Quem não? Todo mundo , duvido quem não. Embora seja uma coisa mútua, não é sempre que nos percebemos no meio dessas partes. A de notar a ausência e saber que você é forte.(...)
Afinal pra que servem os mapas astrais? Será uma personalidade que você busca ou que você contraria ao ler. Conspiração. Sei lá, o meu é tão parecido comigo que prefiro não ser incredulo. A parte em que eu me fortaleço cada vez que algo se vai ou se destrói é bem potencializada , porém, não quero mais tanto assim pensar nisso. Queria eu contruir melhor. Pelo menos aprender. O fim já não é problema, sou forte quanto a um. Meu ponto fraco mesmo é o começo. Não sei lidar com primeiros olhares por mais que eles sejam bem vindos não sei como reagir a eles.
E talvez por não ser tão experiente ao começo sou tão resistente aos fins.Afinal estruturas fracas são bem mais destrutiveis.
O amor não se acaba, se perde "
E das formulações ainda se suspeita que ele acaba.
Mais acredito que ele se perde
Se perde com o vento...
Se perde com o tempo...
Se perde entre as emoções.
As emoções que crescem e fazem ele se esvair
entre eles.
Escapar pelos vãos.
Existe sim aquele momento de amor eterno.
E aquele momento ficará pra sempre lá.
Vá a todo universo, atravesse o infinito, ultrapasse constelações.
Se naquele momento você sentiu.
Naquele momento ele sempre existiu e sempre vai existir.
Quando tudo muda?
Qual o momento em que aquele antigo amigo deixou de ser o mesmo?
Que aquela calça preferida deixou de ser requisitada nos melhores momentos.
Que aquela música do momento sempre é trocada?
Quando é que tudo muda?
Qual foi a hora em que as brigas com o seu irmão cessaram e você apoiou no braço dele pra ver TV?
Que você arrumou a cama e tirou a toalha molhada de cima dela sem a sua mãe mandar?
Pra se haver uma futura mudança nos momentos.
Precisa-se haver uma presente mudança nos pensamentos.
A todo momento, lugar e tempo alguem aprende algo.
E sempre que algo é assimilado personalidade é construida
e está sempre em construção.
Por isso nada é o mesmo.
Fomos um ontem.
Somos alguem hoje.
Seremos outro amanhã.
Quando tudo muda? Tudo sempre muda.
A única permanência é que sempre haverá mudanças.
Mais acredito que ele se perde
Se perde com o vento...
Se perde com o tempo...
Se perde entre as emoções.
As emoções que crescem e fazem ele se esvair
entre eles.
Escapar pelos vãos.
Existe sim aquele momento de amor eterno.
E aquele momento ficará pra sempre lá.
Vá a todo universo, atravesse o infinito, ultrapasse constelações.
Se naquele momento você sentiu.
Naquele momento ele sempre existiu e sempre vai existir.
Quando tudo muda?
Qual o momento em que aquele antigo amigo deixou de ser o mesmo?
Que aquela calça preferida deixou de ser requisitada nos melhores momentos.
Que aquela música do momento sempre é trocada?
Quando é que tudo muda?
Qual foi a hora em que as brigas com o seu irmão cessaram e você apoiou no braço dele pra ver TV?
Que você arrumou a cama e tirou a toalha molhada de cima dela sem a sua mãe mandar?
Pra se haver uma futura mudança nos momentos.
Precisa-se haver uma presente mudança nos pensamentos.
A todo momento, lugar e tempo alguem aprende algo.
E sempre que algo é assimilado personalidade é construida
e está sempre em construção.
Por isso nada é o mesmo.
Fomos um ontem.
Somos alguem hoje.
Seremos outro amanhã.
Quando tudo muda? Tudo sempre muda.
A única permanência é que sempre haverá mudanças.
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